MEMÓRIA EM VERDE
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MEMÓRIA EM VERDE

R$ 550,00

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Ano: 2011

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Características

autorClayton de Souza
sérieCambridge
tamanhos e dimensõesSeleção 2 - s/moldura (40.0 x 60.0cm) - 0.1kg; c/moldura (41.4 x 61.4cm) - 4.08kg
moldurasem moldura, madeira pinus, branca, preta - 1,4cm
papelHahnemühle Photo Rag 188gm2.
tipo de impressãoJato de Tinta: tintas com pigmentação mineral em base de água, em papel 100% algodão, livre de branqueadores e ácidos.
especificações da molduraFita de acabamento Tartan para acabamento, Fundo em Eucadur com 2,5mm, Moldura em madeira Pinus com certificação florestal proveniente de reflorestamento com acabamento em gesso + pintura, pendurador jacaré, alheta ou arame trançado, Vidro Incolor 2mm
característicahorizontal
tagssubjetiva, cotidiano, objetos

.

Clayton de Souza é fotojornalista com mais de 20 anos de experiência profissional. Trabalhou em importantes jornais e revistas brasileiros, dentre esses o jornal O Estado de São Paulo, onde atuou como fotógrafo por 12 anos e atualmente é Editor Assistente de Fotografia.

Participou de coberturas importantes como eleições presidenciais, guerrilhas latino americanas, Copa do Mundo e Olimpíadas.

Fez diversas viagens pelo interior do Brasil retratando comunidades distantes que vivem quase sem nenhuma assistência do poder publico, suas tradições religiosas e populares até as belezas naturais do país.

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Ano: 2011

Fundado nos anos de 1950 o hotel Cambridge era, acima de tudo, um símbolo de glamour. A vida do hotel acompanhou durante um período a da cidade, enquanto seus vizinhos eram poderosas multinacionais e bancos milionários seus hospedes também. Nat King Cole foi um dos grandes que se hospedou nesses andares, salas, quartos, escadas e paredes.

Após ir a falência no começo dos anos 2000, seu famoso bar sobreviveu mais alguns anos como um lugar alternativo onde jovens descolados davam festas. Fechado definitivamente foi ocupado diversas vezes por movimentos de trabalhadores sem teto. Devedor milionário de impostos municipais deve ser transformado em moradia popular em breve.

Quando essas fotos foram feitas ele já estava abandonado à muitos anos, tinha sido saqueado e depredado diversas vezes , mais ainda tentava manter seu status, pelo menos aos olhos do fotógrafo. Meses depois desse ensaio fotográfico foi alvo de uma nova ocupação e o pouco que restava do seu glamour foi melhor aproveitado por famílias que precisam de um teto para criar seus filhos.

Es un centro de fotografía y medios documentales con sede en Barcelona.

Desde nuestra apertura en 2012 ofrecemos un programa de cursos de formación, exposiciones, ciclos de conferencias y proyectos de intercambio internacional con el objetivo de generar debate y reflexión en torno a la fotografía y a las nuevas narrativas documentales.

Nuestra sede, una nave de 500 m2 ubicada en el barrio del Poble Sec, es en lugar de encuentro, enseñanza y creación para fotógrafos, estudiantes y artistas visuales, un vivero de ideas y proyectos que compartimos con una red de organizaciones culturales y colaboradores.

"A luz que tudo ilumina…
quase me cega..
mal posso ver, distinguir uma silhueta…
Parece um sonho,
entre-sonhos…

Quem sabe se essa não foi a primeira imagem que você pode ver?

Quem sabe se não é a última…"

Muntsa Bee

Em novembro de 2012, descendo a costa californiana, me deparei com troncos diversos em uma das entradas de parques nacionais na beira da estrada. Suas formas, seus sulcos, feitos cicatrizes cravadas em cores, contavam uma história. E mais que prosa, fizeram das seivas surgirem versos. Me pareciam poesia nata. Ao editar as fotos, após o retorno da viagem, vi ali não só a poesia, mas visualizei todo um mundo poético, que, apesar de tão distantes da minha terra natal, parecia arraigado à origens nacionais, que tanto haviam me inspirado na obra de Guimarães Rosa e de Manoel de Barros. Ambos extremamente ligados à Natureza, sua descrição pura e densa, meio cantada no acento regional, e por propriedade, repleta de encantamentos pueris ou saudosos – seja da infância que não termina nunca, ou do grande amor que nunca se realiza. Seja na prosa de Guimarães ou nos versos de Manoel, referências aos elementos dessa Natureza são constantes. Árvores, raízes, folhas, sementes, flores, frutos. Os troncos contam a história, ora em cor, ora cinzenta, de amores, ora sólidos, ora ocos. Troncos que se contorcem ao chão ou crescem rumo à luz, ramificando feito veredas ao céu. Meras carcaças que caminham para onde não se sabe ao certo. Ora se cruzam, ora se complementam. Ou apenas viram histórias.

 

“O mundo não foi feito em alfabeto.

Senão que primeiro em água e luz.

Depois árvore” – Manoel de Barros

 

O resto era o calado das

pedras, das plantas bravas que crescem tão demorosas,

e do céu e do chão, em seus

lugares. Guimarães Rosa

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